A Agnóstica

Angela havia se decidido pelo agnosticismo na idade adulta. Antes disto, passara a infância, adolescência e início da juventude dentro da igreja que toda a sua família frequentava.

Após muita reflexão e, por que não dizer, uma tomada hercúlea de coragem e honestidade, chegara à conclusão que não queria passar a vida em uma farsa. Cada hora em que seu corpo físico passava dentro de um dos cultos religiosos era uma adaga para sua mente e seu espírito. Queria confrontar o sacerdote que dizia coisas tão maléficas da forma mais espúria possível: fazendo-as parecerem boas. Queria questionar as pessoas a sua volta a respeito do porque ficavam lá, paradas, enquanto tudo aquilo acontecia a sua volta.

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Sobre ser Cristão, ser Humano e sobre o Cabelinho de Marcos Feliciano

Absurdo, à moda de “1984”, regado ao molho de política nazista, até o ponto “Idade Média”.
Sem condições de escrever, por agora. Repasso as palavras de quem, assim como eu, acredita que esse senhor envergonha (para dizer o mínimo) o grupo dos evangélicos.

Neurônio Cristão

feliciano cabelinho

É com certa tristeza que inicio esse Blog, pois faço porque preciso. Aliás, faço, pois é preciso. A bancada socialista cristã indicou o pastor Marcos Feliciano para presidir a comissão de direitos humanos o que deixou boa parte dos humanos do país de cabelo em pé, sentindo que seus direitos, que já não são muitos, estão com os dias contados. Claramente, um dos maiores motivos para tal medo é inspirado por essa pequena palavrinha de seis letras: pastor, PASTOR, P-A-S-T-O-R…. Até me arrepiei, pois na minha imaginação ouvi uma voz sombria pronunciando a palavra ameaçadoramente arrastando as vógais: Paaaaaaaastoooooooor! Se você que não é cristão está lendo isso, você entende o medo. Se você é cristão, você quer se enganar e dizer que não entende, defendendo que o seu pastor é massa. A real é que os dois tem razão ( ou não, claro, depende do seu pastor. preste bem…

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Enxergando o invisível

Um livro deve fazer o leitor sonhar acordado. Deixá-lo ruminando palavras e cenas horas depois de o ter fechado. Fazer sua ideia aparecer, ir e vir – ou simplesmente não sair da cabeça. Provocar. Causar choque, ternura, medo, indignação, admiração ou qualquer outro sentimento que não seja apatia (para os que querem apatia, recomendo um Reality Show).

Um livro é adrenalina injetada direto na imaginação.

Já um bom escritor conversa com o seu leitor sobre os fatos narrados, com a mesma naturalidade com que fala aos seus amigos. O grande escritor transporta-o para um outro tempo e lugar, aprisiona-o com o encantamento de suas palavras. É o ritmo da narrativa, a cadência dos acontecimentos sendo apresentada não só aos olhos, mas ao corpo e à mente de quem está decodificando a mensagem.

É assim que eu vejo a narrativa de Territórios Invisíveis, de Nikelen Witter. O ritimo do mistério, seguido do humor, do suspense, da emoção. Definitivamente, não é um samba de uma nota só. Continuar lendo

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